Disney confirma Epic Mickey para Wii
Eu NUNCA imaginaria uma coisa assim, mas a Disney confirmou dia 5 de Outubro a produção do jogo de codinome "Epic Mickey" produzido pela Junction Point. Atualmente a Game Informer anda divulgando as informações pela Junction Point, e pelo que se especulava o jogo vai ser ao estilo steampunk (fato esse que me fez cair da cadeira).

Os rumores datam 1 ano e muitas artes conceituais andaram circulando pela internet. As informações ainda não são tão completas e acabam misturando-se com a verdade, criando uma bola de neve de euforia e curiosidade.
Mas ao que parece, as artes conceituais podem refletir bem como o game promete ser. Você pode extraír informações novíssimas a partir desta página: http://gameinformer.com/epicmickey
Eu ainda estou muito perturbado (e também feliz) com a mudança de cara que a Disney topou fazer com seus personagens, essa deve ser uma reação afim de reconquistar o público agora crescido que não se interessa mais pelo ratinho afável, fofo, feliz e pululante até então conhecido.
O jogo como dito acima será para Wii, não conheço nenhuma informação que possa levar a crer que eles vão extender a outras plataformas. O jeito é acompanhar a página oficial acima.
Visualizações: 884BMW Z4 e a Realidade Aumentada
Durante a promoção do BMW Z4 a BMW usou a não tão nova Realidade Aumentada que por meio de uma WebCam, um aplicativo Flash cria animações em 3D no site a partir das imagens que você está segurando em mãos enquanto é filmado. Para brincar, basta acessar este link da BMW, seguir as instruções e brincar com os resultados. Dá para virar uma criança boba de novo, que coisa boa!
Os resultados são super interessantes e divertidos uma vez que você tem a impressão de que a animação acontece em suas mãos! Abaixo o vídeo:
Visualizações: 682Realidade Aumentada e os Jogos
Frantz Lasorne, designer francês, está trabalhando em protótipos de games com realidade aumentada. Já faz um tempo que a Realidade Aumentada está tomando conta do mercado publicitário mas os Game Designers ainda não estão fazendo muito uso, ainda talvez pelo fato dos consoles não portarem câmeras de vídeo. Mas já estão de olho! Clique para ler mais

Microsoft pensando em Sustentabilidade
Faz alguns mêses que a Microsoft fez um excelente vídeo publicitário mostrando a visão dela de como o mundo será em 2019, usando tecnologias de papel digital. A forma como o mundo é visto pela gigante do vale do silício daqui 10 anos é bem ambiciosa pois muda a forma como leremos jornal, programaremos nosso microondas e até como tomaremos café. Imagens e um vídeo seguem abaixo:

Snick.me – Encurtador de URL feito em Rails integrado no Twitter
Estive desde fevereiro desse ano estudando Ruby on Rails e fruto desses estudos surgiu o Snick.me!
Criei esse servicinho para brincar mas acabou tornando-se útil para mim, pois ele encurta minhas URLs para usar no Twitter e permite o rastreamento delas caso alguém retweete (acho que é assim que escreve isso).
Ele possui previews integrados como Youtube e Dailymotion mas pretendo habilitar um editor para a comunidade criar seus previews personalizados e compartilhar.
Ele pega os tweets e associa na minha URL, logo, posso saber quantos twittaram e quantos hits recebi!
O seviço ainda conta com as "collections", onde eu posso guardar um set de links em uma URL só. Por exemplo, uma shortcut com vários tutoriais de criação de Skins de Winamp por exemplo, ou um monte de torrents de ISOs de sistemas operacionais. A lista é atualizável se tiver cadastro (também grátis).
E o melhor no caso: Global. Ele é em inglês para ser usado pelo mundo todo, decidi isso no meio do caminho, pois não queria restringir a ferramenta a usuários do Brasil apenas.
Acesse e teste, se gostar, por favor use-o! É grátis!
Qual o perfil de um Game Designer?
Há muito gosto desse universo de games, e um Game Designer é uma profissão que muitos consideram "Divertida" mas toda profissão tem seu ócio e essa não vai ser uma excessão, mas mesmo assim acredito ser uma profissão que valha a pena apostar no futuro. Falo da profissão de um Game Designer. Agora a primeira coisa que pensamos é: Qual o perfil de um Game Designer? Todo profissional tem um perfil e esse também tem! Fiz uma pequena busca no Google e acho que meu QI de Game Designer subiu de 0 para 0,01. As poucas fontes que consultei falam das qualidades que um Game Designer deve ter, para de fato trabalhar com Game Design.
A primeira coisa é, obviamente, gostar de jogos. Você tem que ser o tipo de pessoa que dorme e sonha com a trilha sonora dos jogos que joga, não importa se é de 8bits (se for, creio que deveria sonhar em hexadecimal também, para tornar as coisas mais emocionantes). As empresas que contratam Game Designers, almejam pessoas saibam o que torna um jogo bom, e o que torna um jogo ruim. Um Game Designer bom agrega muito valor a um jogo. Posso arriscar (lembrando meu QI atual) que um Game Designer na indústria de jogos, é o mesmo que um Arquiteto numa indústria de softwares corporativos.
E para ter esse “knowhow” você tem uma única opção: Jogar, jogar, jogar E jogar. Jogando jogos você criará uma base de informações mentais e terá a capacidade de comparar qualidades e defeitos com um leque de títulos. Você saberá extraír e compilar as melhores idéias e delas criar novas.
A segunda coisa é ter a tão famosa “Habilidade de Resolver Problemas”. Um jogo é composto de desafios (mesmo os mais passivos dos desafios, que é fazer com que seus Sims não se matem ou vão a falência) pois desenvolver jogos nos coloca de frente a inúmeros bugs e problemas lógicos que precisam ser resolvidos, isso pode variar desde problemas de colisão até situações reais difíceis de serem abstraídas para um meio digital. A regra é: Você tem que ser o tipo de pessoa que devora problemas/enigmas sempre que batem de frente com você, seja na sua vida pessoal quanto profissional.
A terceira e não menos importante é ser rápido ao criar e resolver problemas, uma vez que a indústria de jogos, assim como a do cinema, tempo é dinheiro, ainda mais se tratando da “Arquitetura” de um jogo! Todos sabemos que a Pressa é inimiga da Perfeição, então você deve achar o “Tempo Ideal” entre Rapidez e Perfeição para não virar um Cowboy na programação.
Após ter essa noção, já pude ter uma breve idéia do perfil psicológico de um Game Designer (ainda não tenho os técnicos). Pelo menos, me identifiquei com todos eles! Adoro pegar um problema (interessante) e derruba-lo, e quanto a jogar, bom,… comprei meu Playstation 2 há um tempinho =), então ainda sou um iniciante no “vício” induzido.
Mas para curiosidade, segue aqui uma lista de “Skills” que uma empresa de jogos real pede para um Game Designer:
Requiriments
* Solid record of professional game design experience (at least two shipped titles).
* An overwhelming passion for playing and talking trash about games.
* Prioritize well and work hard under deadlines to meet milestones.
* Demonstrable experience in level planning and layout, with available samples.
* Experience with Maya or other 3D modeling/world-building software.
Plusses
* Traditional art skills and/or theater experience.
* Enjoys working without a lot of managerial oversight, a “Self Starter”.
* Be funny
Como puderam ver, Game Designer tem todo um mundo mágico a sua volta, contudo é uma profissão que tende a ser árdua e só mentes criativas devem encarar. Mas não se preocupe se você não tem essa mente, você pode desenvolve-la ou trabalhar em outras áreas na programação de jogos.
Visualizações: 561Rubificar ou não, heis a questão
Na era da internet, todos ficam acoados em relação qual linguagem seguir ou quais as novas tendências. Vejo muito as pessoas falarem do tal Ruby on Rails que é fantastico e tão poderoso, segundo os defensores, que poderiam assar seu pão de queijo com um "ruby script/server heat".
Indo a passos cautelosos fiz uma pesquisa em relação a popularidade do Ruby on Rails no mercado. Sites famosos como o Twitter são um exemplo que Ruby on Rails é de fato uma linguagem que produz um output em produção.
Mas afinal, qual é a popularidade do Ruby nas empresas?
Resposta: Baixo.

De acordo com o gráfico, poucas são as vagas para Ruby on Rails em relação a Java e C# da Microsoft.
Mas a surpresa esconde-se quando vemos o mesmo gráfico levando em consideração o crescimento:
Resposta: Absurdamente alto.
As linhas indicam quantas vagas foram abertas no período, que ao meu ver, está bem alto. Batendo quase 50% em janeiro deste ano.
Podemos concluir superficialmente que Ruby on Rails está pouco difundido mas cresce em uma velocidade muito grande para alcançar C# e Java, e nessa velocidade não vai demorar muito para Ruby ser uma linguagem que você ao menos DEVERÁ ter tido contato. O que eu penso é: Se você é Java ou C#, seu emprego não está em perigo, mas considere brincar de Ruby on Rails em casa, evita ser pego desprevinido.
E o salário? OK! Todos pensam também o lado da grana, compreensível. De acordo com o site Indeed.com (neste link) você pode conferir uma comparação dos salários atuais no exterior:
Salário em dólares por ano:
- C# e Java: US$ 86.000,00
- Ruby on Rails: US$ 79.000,00
- PHP: US$ 74.000,00
Okay, muito alto porque é uma média, mas se quiser um valor mais real, desconte 10.000 de cada salário e você terá um salário base por ano, no caso 76 mil por ano para C# e Java e 69 mil por ano para Ruby. Note que o Ruby já está colocado acima de PHP, até então uma linguagem muito difundida no meio internet, já está começando a comer poeira.
Visualizações: 435Google impede brasileiros de competição de segurança
A Google está testando sua nova tecnologia, o Native Client que permite rodar aplicações especiais dentro do Browser. Não estamos falando de um ActiveX feliz escrito em VB6 mas sim um aplicativo x86 rodando dentro do browser, além de ser mais poderoso pois as possibilidades são imensas também é seguro pois vai rodar dentro da sandbox dos browsers e o core é open-source, ou seja, você pode fuçar todo o código fonte do Native Client para tirar o do máximo proveito possível.

Agora quando falamos de aplicativos rodando dentro do browser, o pessoal de segurança já começa a ter surtos e arrancar os cabelos só de pensar o que esse "monstro" pode fazer se ele vazar do reator nuclear (a.k.a. Sandbox).
Pensando nisso, a Google iniciou um concurso para analistas de segurança, hackers, anti-sociais, etc tentarem achar falhas no Native Client. Uma abordagem muito comum hoje em dia em empresas WEB, lembro-me da Apple fazendo algo similar, e é claro, há uma recompensa muito gratificante.
As falhas devem ser reportadas e os códigos que exploram as falhas devem estar anexo até o dia 5 de maio desse ano. De acordo com o G1, haverá 5 prêmios: O primeiro lugar vai levar para casa US$8.192, o segundo US$4.096, o terceiro US$2.048 e o quarto e quinto US$1.024.
Contudo, vendo os Termos e Condições logo no início poucos países foram impedidos de participar, não há explicações para não deixarem e o Brasil está no meio. Os outros países impedidos foram o Irã, Síria, Cuba, Coréia do Norte, Sudão, Mianmar, residentes na Itália e da província de Quebec no Canadá.
Gostaria muito de saber porque o Brasil ficou de fora. É certo que muitos furos de segurança foram feitos por brasileiros, será que eles tem medo de profissionais? Alguém da Google pode ao menos tentar explicar?
A Xerox não é só para copiar papel
No post anterior contei a história da interface gráfica, mas sem dúvidas, um dos saltos no mundo das interfaces gráficas foi dada pela empresa Xerox, acredite, na construção de um sistema desktop chamado 8010 Star Information System em 1981. Este foi seu primeiro sistema comercial que reuniu várias tecnologias que hoje podemos chamar de "Computador Pessoal", incluindo um display de bitmaps, e sem dúvidas, a primeira interface a usar o conceito de janelas, ícones, pastas e menus.
A filosofia chave para a construção desta interface, é de que ela deveria ser intuitiva para o usuário final, para ser usada em escritórios e empresas. E para isso, o carro chefe foi o conceito de What You See Is What You Get (WYSIWYG).
No final, podemos observar uma tela onde há ícones e pastas, cada qual representando seu tipo de arquivo (imagem, texto, etc), onde ao clicar neste ícone, abre-se uma janela. Note que no Star da Xerox, não há programas como editores de imagem e processadores de textos, mas cada tipo de documento abre em seu aplicativo apropriado, e nada mais.
A interface do Star da Xerox segue o conceito de objetos, por exemplo, em um editor de textos, você tem objeto página, objeto parágrafo, objeto palavra, objeto letra, e se você clicar neste objeto, você invoca uma série de opções como copiar, recortar, remover. Em outros casos aparece uma "janela de opções" onde você pode configurar propriedades diferenciadas para cada tipo de objeto, como tamanho da fonte e estilo.

A interface do Star da Xerox segue o conceito de objetos, por exemplo, em um editor de textos, você tem objeto página, objeto parágrafo, objeto palavra, objeto letra, e se você clicar neste objeto, você invoca uma série de opções como copiar, recortar, remover. Em outros casos aparece uma "janela de opções" onde você pode configurar propriedades diferenciadas para cada tipo de objeto, como tamanho da fonte e estilo.
Uma das inovações também inclui a alta compatibilidade entre os aplicativos, por exemplo, se você cria um objeto gráfico em um programa de imagens, você pode inseri-lo dentro do editor de textos, juntamente com sua documentação. Esta capacidade de incluir diferentes objetos em um mesmo lugar não existia no Microsoft Windows antes de ser criada a tecnologia Object Linking and Empedding (OLE) que foi inclusa no Windows nove anos depois, em 1990.
Podemos ver o resultado desta incrível criação na imagem abaixo, onde é possível observar os diferentes objetos interagindo. Note os widgets, ícones e janelas:

Pena que hoje a Xerox é vista como copiadora de papel, ou melhor, a ação de fotocopiar uma folha!
Visualizações: 392Silverlight: Primeiras impressões
Seguindo o meu post inicial, instalei todas as ferramentas sugeridas e a integração com o Visual Studio 2008 foi excelente. Após feito o download dos instaladores demorei aproximadamente 15 minutos para rodar os três pacotes. Não foi necessário reiniciar o PC.
Quando o último instalador finaliza criamos uma imensa expectativa acerca do que aconteceu com nosso precioso sistema. Então corri para abrir o Visual Studio 2008 e ver o que de novo apareceu.

Como pode ver, temos agora uma integração total com o VS2008, podendo ser criado diretamente um projeto WEB baseado em Silverlight. Após escolhido o projeto, inicia-se um assistente que o guia na configuração básica do seu novo projeto e ao final, temos nossa IDE pronta. E fico feliz de falar que por essa eu não esperava: Além de uma toolbox com vários componentes novos (isso já era esperado) temos também um editor visual XAML (ou seja, é possível carregar um projeto em XAML sem se preocupar em ver só código).
Fazendo o que eu gosto de fazer, que é fuçar sem ler tutorial nenhum, me senti um pouco perdido em relação à tradicional maneira de arrastar e soltar componentes na interface gráfica a partir da toolbox. No Silverlight temos que basear nossos layouts de tela em cima de Grids por exemplo, e definir como ela trabalhará os diversos componentes (Buttons, Calendars, Textboxes, etc) que iremos adicionar.

Tão imediatamente inserido um botão (que de cara dá para ver que não se trata de um tradicional Button dos webforms), já tenho acesso às Actions deles, onde posso modificar aspectos visuais e textuais do mesmo. E também via XAML, que se propõe ser um WYSIWYG para Silverlight (isso porque nem abri o Expression Blend, que é focado para trabalhar apenas em cima de layout em XAML).
E ao pressionar o F5, já estou rodando meu botão em Silverlight. O que eu sei que em termos de customização, é possível mudar completamente a aparência deste botão, pois ele (assim como todos os componentes em silverlight) são baseados em vetor. Mas isso já é trabalho para nosso Expression Blend, que é tema para outros posts.


